sábado, 7 de maio de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
É estranho, como no meu seriado favorito. Me dói ver a dor dos outros, direcionados a mim ou não. Dói lá no fundo saber de uma dor assim. Principalmente quando eu estou incluída. Queria poder mudar tudo e fazer diferente. Faz anos, porém vezenquando me aparece nos sonhos, pensamentos. Não chega a ser saudade. Mas é como um pedaço de mim ficasse presa a isso que já se foi. Como se o mundo andasse, mas a pequena menina tão bobinha que mora em mim às vezes despertasse aqui dentro. E toda vez que a cena se repete em livros, lembro de ti.
*Pierrot chora, Pierrot chora…
quarta-feira, 5 de maio de 2010
E o tempo?
Foi quando a moça do outro lado do balcão perguntou "Quantos anos você tem?" que eu me perdi naquele momento. Eu não lembrava. Não lembrava do que se passou, das minhas fases. Não lembrava de nenhuma festa de aniversário nos últimos tempos. Não lembrava do meu último "Parabéns para você". Será que eu parei no tempo ou o tempo parou para mim? Como se tudo que passou não fizesse mais parte de mim e o que eu vivo agora é o que realmente existisse. E o que eu vivo agora? Que grande vazio é esse que me preenche a cabeça quando eu penso no agora? E nos últimos três meses o que eu tenho feito? Quantas pessoas falam comigo? Quem realmente sabe de como ocupo meu tempo? Nada fazia sentido. Eu havia parado de contar os dias quando eles começaram a passar repetidos. Solidão, solidão. Nenhum sorriso a mostra, nem uma lágrima para se esconder. Era só a solidão fazendo o tempo. Fazendo as horas, os dias. E não me dera conta de nada. Até agora.